terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

"Transformar o século 21 em século da América Latina"

Em sua primeira viagem ao exterior, a presidenta brasileira Dilma Rousseff defendeu, ao lado da presidenta da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, o aprofundamento das relações entre os dois países, condição, segundo ela, para "transformar o século 21 em século da América Latina". Em Buenos Aires, Dilma Rousseff encontrou-se com um grupo de Avós da Praça de Maio. Os governos dos dois países assinaram um plano de ação conjunta para cooperação bilateral com objetivo de massificar o acesso à internet em banda larga até 2015, por meio da melhoria na qualidade de conexão e ampliação da disponibilidade do serviço.

Yara Aquino e Sabrina Craide - Agência Brasil

Buenos Aires – Ao lado da presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, a presidenta brasileira, Dilma Rousseff, afirmou que fez questão de eleger o país vizinho como destino para a primeira viagem internacional por considerar que Brasil e Argentina são cruciais para transformar “o século 21 em século da América Latina”.

“E estou falando necessariamente em transformar os povos brasileiro e argentino e também os [demais] da América Latina”, disse Dilma hoje (31) em pronunciamento à imprensa, na Casa Rosada, sede do governo argentino.

O crescimento, aliado à inclusão social dos povos dos países latino-americanos, marcou o discurso das presidentas. Dilma disse se sentir em um momento especial na Argentina e afirmou que os dois países vão aprofundar vínculos para construir um mundo melhor na região.

Cristina Kirchner disse, por sua vez, que as duas mandatárias têm em comum a visão de que a inclusão social deve ter protagonismo na condução das políticas de Estado. “Nós duas achamos que o crescimento e a soberania de uma nação devem ter como protagonista a inclusão social. O crescimento econômico só é bom se atingir a todos por meio da educação, da moradia.”

As presidentas reafirmaram a proximidade entre Brasil e Argentina. Cristina Kirchner lembrou o caminho trilhado pelos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Néstor Kirchner (falecido no ano passado) para aprofundar as relações bilaterais. Agora, acrescentou, elas darão continuidade a essas ações.

“Eles constituíram um relacionamento diferente que deu frutos e deve ser aprofundado como falamos na reunião que tivemos a sós. Isso deve significar também o aprofundamento da integração produtiva entre Brasil e Argentina”, afirmou a presidenta argentina. Ao final do discurso, ela ressaltou que a união Brasil e Argentina será ainda maior.

Dilma afirmou que os acordos assinados entre os dois países, durante sua visita a Buenos Aires, reforçam os vínculos já existentes e que a cooperação vai beneficiar o Brasil e a Argentina. “Abrimos um caminho de cooperação para beneficiar as economias argentina e brasileira, a fim de criar uma integração de plataformas produtivas e de construir cada vez mais o bem-estar de nossos países.”

Acordo para massificar acesso à internet
Os governos do Brasil e da Argentina assinaram hoje (31), em Buenos Aires, um plano de ação conjunta para cooperação bilateral com objetivo de massificar o acesso à internet em banda larga até 2015 nos dois países, por meio da melhoria na qualidade de conexão e ampliação da disponibilidade do serviço.

O plano prevê a implantação de dutos para a passagem de cabos e fibra ótica entre os dois países, a integração das estatais de telecomunicações brasileira e argentina (Telebras e Arsat), a associação estratégica na produção de equipamentos e a troca de informações sobre programas e políticas na área industrial que ampliem o acesso a equipamentos.

Os dois países também devem desenvolver em conjunto conteúdos digitais e interativos e trabalhar em parceria para definir mecanismos de financiamento e acesso a crédito para projetos estratégicos na área sejam públicos ou privados.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, que integra a comitiva presidencial que está na Argentina, destacou que o acordo garante o desenvolvimento integrado de políticas na área do acesso à internet e a novas tecnologias.

Também foi estabelecida a intenção de criar um Conselho de Alto Nível, que será integrado, do lado brasileiro, pelo Ministério das Comunicações e do lado argentino, pelo Ministério do Planejamento Federal, Investimento Público e Serviços e pela Comissão de Planejamento e Coordenação Estratégica do Plano Nacional de Telecomunicações Argentina Conectada.


Fotos: Telam/ABr

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Dilma afirma que não fará concessões em relação a direitos humanos




Em entrevista concedida a jornais argentinos, publicada neste domingo, a presidente Dilma Rousseff afirma que “não fará concessões” nesta área e toca em assunos que o antecessor, Lula, preferiu ignorar. Sobre Cuba, um sinal claro de mudança: “Devemos protestar contra todas as falhas que houver nos direitos humanos em Cuba. Não tenho nenhum problema em dizer se algo vai mal por lá, ou aqui também. Não somos um país sem dívidas com os direitos humanos. Nós as temos”, admitiu.

Dilma também marcou posição sobre outra atrocidade que Lula fingiu não ver. “Creio que apedrejar uma mulher não seja algo adequado”, disse, em referência ao Irã.

Aos jornalistas argentinos, a presidente adiantou que, ao iniciar sua agenda de viagens internacionais pelo país vizinho o governo brasileiro “assume, uma vez mais, um compromisso com o governo argentino de estabelecer políticas e estratégias conjuntas de desenvolvimento para a região”.

O fato de duas mulheres comandarem as principais economias da América do Sul – ela, no Brasil, e Cristina Kirchner, na Argentina – é, para Dilma, um fato a ser festejado. “É algo para se comemorar, uma demonstração de como essas sociedades evoluíram na superação de preconceitos arraigados contra as mulheres”, disse.

Dilma Rousseff e Cristina Kirchner se reúnem na manhã de segunda-feira. Um dos assuntos a ser abordado é a assinatura de um acordo para a construção de um reator nuclear. De acordo com o Clarín, Dilma também deve se encontrar com as Mães e Avós da Praça de Maio, grupo ligado às buscas pelos desaparecidos na ultima ditadura militar.

Câmbio – A presidente foi entrevistada por jornalistas dos três principais jornais argentinos - Clarín, Página 12 e La Nación. Ao falar sobre economia, Dilma afirmou que a taxa de câmbio tem oscilado pouco no Brasil, mas que não se pode descartar uma desvalorização do real no futuro. “No mundo, ninguém pode dizer isso (que a moeda brasileira não vai se desvalorizar)”, disse. “Nos últimos tempos, conseguimos manter o dólar dentro de uma faixa de flutuação. Ou seja, não tivemos nenhum derretimento como se falou por aí. Oscilou todo o tempo entre 1,6 e 1,7 (real por dólar). Agora, ninguém no mundo pode dizer que garante isso (a não desvalorização)", afirmou.

O Brasil vai comandar durante fevereiro o Conselho de Segurança da ONU. A presidência rotativa é alternada entre os 15 integrantes do grupo. O primeiro compromisso agendado desse período de presidência temporária deve ocorrer no próximo dia 11, data de um debate sobre paz, segurança e desenvolvimento, com participação do ministro Antônio Patriota, das Relações Exteriores.


http://www.movimentopt.com.br/

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

PT Pará continua dialogando sobre a eleição da mesa diretora da Assembléia legislativa.

Diante do novo cenário que se esboça a partir da desistência do PMDB em lançar candidatura própria à presidência da Assembléia Legislativa do Pará, o Partido dos Trabalhadores trabalhará com duas alternativas:



1. Buscar a interlocução com todos os partidos com assento na legislatura que se abre a partir do dia 1º de fevereiro e com o candidato a presidente Manuel Pioneiro, visando estabelecer um projeto de fortalecimento do poder legislativo, sua autonomia e a garantia das prerrogativas do exercício do mandato parlamentar, estabelecendo um programa que assegure a modernização do regimento interno; a democratização da definição das pautas de votação; a garantia de pleno funcionamento das comissões e o funcionamento do colégio de líderes, entre outros temas importantes para o fortalecimento do Poder Legislativo.
2. O PT não descarta o lançamento de uma candidatura própria a presidência da Assembléia Legislativa, como já estava previsto nas deliberações anteriores do Partido.

O PT deixa claro que em qualquer circunstância exercerá o papel de oposição atenta, vigilante e republicana ao governo do PSDB, de Simão Jatene.


Fonte: Ascom-PT/Pará


http://www.pt-para.org.br/pt-para-continua-dialogando-sobre-a-eleicao-da-mesa-diretora-da-assembleia-legislativa/

Posse: 89 deputados do PT assumem mandato na Câmara amanhã

Os 89 deputados federais eleitos pelo PT para exercerem o mandato durante a 54ª legislatura (2011/2014), assumirão o mandato nesta terça-feira (1º). Desse total, nove devem pedir licença do mandato para reassumir cargos, os quais já estavam exercendo, seja no governo federal ou nos governos estaduais.

Caso se confirmem todos os afastamentos previstos e assumam todos os suplentes, a bancada do PT na Câmara dos Deputados passará a contar com 86 parlamentares.
Devem ser empossados e se licenciam em seguida os deputados Afonso Florence (BA), ministro do Desenvolvimento Agrário; Iriny Lopes (ES), ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (PR); Luiz Sérgio (RJ), ministro da Secretaria de Relações Institucionais e Maria do Rosário (RS), ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência.

Assumem o mandato e depois se licenciam para ocuparem cargos nos estados, ou no município, Jorge Bittar (RJ), secretário de Habitação do município do Rio de Janeiro; Magela (DF), secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal; Maurício Rands (PE), secretário de Relações Institucionais do Governo de Pernambuco; Paulo Tadeu (DF), secretário de Governo do DF e Zezéu Ribeiro (BA), secretário de Planejamento da Bahia.

Nas vagas dos titulares assumem os suplentes, Emiliano José (BA), no lugar de Afonso Florence; Eliane Rolim (RJ), na vaga de Jorge Bittar; Chico D'ângelo (RJ), no lugar de Luiz Sérgio; Fernando Marroni (RS), na vaga de Maria do Rosário; Roberto Policarpo (DF), no lugar de Paulo Tadeu e Sérgio Barradas Carneiro (BA), na vaga de Zezéu Ribeiro.

Pela legislação eleitoral vigente, alguns deputados eleitos pelo PT, ao pedirem licença, serão substituídos pelos suplentes. Em três casos, os substitutos não pertencem ao partido e sim a outras agremiações participantes da coligação à época das eleições. São os casos de Camilo Cola (PMDB-ES), na vaga de Iriny Lopes; Augusto Carvalho (PPS-DF), no lugar de Magela e Paulo Rubens Santiago (PDT-PE), na vaga de Maurício Rands;
fonte: pt nacional

Comissão Executiva Nacional do PT adiou os encontros setoriais para setembro

Os encontros dos setoriais do PT para a eleição de novas coordenações só deverão ocorrer após a realização do Congresso Nacional Extraordinário do partido previsto para setembro de 2011. Dessa forma ficam prorrogados os mandatos dos atuais dirigentes setoriais até a realização dos respectivos encontros.

A decisão foi tomada na última reunião da Comissão Executiva Nacional, em dezembro do ano passado, já que o Congresso deverá debater e aprovar a reforma do estatuto do PT. Tal decisão deverá ser referendada pelo Diretório Nacional na reunião do dia 10 de fevereiro, em Brasília.

Durante o IV Congresso, realizado em 2010, foi aprovada a criação da Comissão Nacional de Construção, Organização e Reforma do Estatuto, que terá como coordenador o deputado federal Ricardo Berzoini, ex-presidente nacional do PT.

De acordo com a resolução aprovada no IV Congresso, "essa comissão deverá elaborar o projeto de reforma do Estatuto, a ser publicado e divulgado às instãncias em todos os níveis para a apresentação de emendas". (Geraldo Magela - Portal do PT)

Fonte: http://artesquerda.blogspot.com/2011/01/comissao-executiva-nacional-do-pt-adiou.html

Sobre a possibilidade de reintegração de Delúbio Soares ao PT.





No primeiro semestre de 2009, Delúbio Soares, expulso pelo Diretório Nacional do PT, pelos erros cometidos na condução da secretaria de finanças do partido, solicitou em carta ao então presidente Ricardo Berzoini, que fosse apreciada sua refiliação.

O pedido de Delúbio foi acompanhado de movimentos a favor e contra que envolveu dirigentes, lideranças e filiados ao partido.

O primeiro sustentava principalmente que a pena de expulsão teria sido muito “pesada” e que passados quatro anos o ex-tesoureiro já havia pago a sua pena, alguns mais fervorosos na defesa (mas menos numerosos), diziam que não houvera erro algum e que tudo na verdade não havia passado de uma conspiração da oposição e da imprensa golpista.

Na defesa contrária a refiliação, podemos dizer que haviam dois argumentos principais, um que considerava inoportuno o pedido, uma vez que o partido passava por processo de eleições internas e que se preparava para disputa de 2010. E um segundo, mais consistente, que argumentava a não ocorrência de fatos novos que sustentassem o pedido.

Por fim, Delúbio foi aconselhado a retirar o pedido, o que acabou fazendo.

Agora, mais uma vez o tema volta a pauta. O atual secretário de comunicação do partido, André Vargas, tem sido enfático na defesa de Delúbio e chegou a declarar que “nenhum de nós tem condição moral ou política de dizer que ele não pode militar no PT”; provavelmente usando como padrão de comparação suas práticas, já que como se viu no segundo turno das eleições, o secretário é militante de posições contrárias às resoluções e história partidárias.

A discussão sobre a volta ou não de Delúbio Soares aos quadros do PT deve esquentar nos próximos dias, já que o Diretório Nacional se reúne no próximo 10 de fevereiro e um novo movimento de apoio deve surgir.

Eu, como já expressei na primeira ocasião e agora mais recentemente via twitter, sou contra a refiliação do ex-tesoureiro. Para mim, os erros cometidos por Delúbio e outros dirigentes e que nos levaram a maior crise da história do PT, são gravíssimos e como diz o presidente Lula, fez com que a oposição, se aproveitando de nossa fragilidade, cogitasse “uma tentativa de golpe contra o governo”.

Não existe nenhum fato novo que justifique a volta de Delúbio. Passados quase seis anos, diferente de outros dirigentes envolvidos, não houve qualquer auto-crítica quanto aos ocorridos. Além disso, devemos aproveitar este momento no qual a oposição no Congresso Nacional está desarticulada e sem linha de atuação, para produzir uma ofensiva na disputa política no país. Portanto, trazer para nós uma pauta negativa como esta, é mais do que inoportuno, é um erro político.

Publico abaixo artigo do ex-secretário de Relações Internacionais do PT, Valter Pomar, publicado na época do primeiro pedido de refiliação de Delúbio que segue atualíssimo e que sintetiza o porque o PT não deve rever sua posição.

Um pedido ao Delúbio

Delúbio Soares de Castro foi expulso do Partido dos Trabalhadores, em 2005. A expulsão foi aprovada por maioria de votos no Diretório Nacional.

Em 18 de março de 2009, Delúbio Soares dirigiu uma carta ao presidente Ricardo Berzoini, solicitando sua “reintegração” ao Partido. A mesma carta foi enviada a todos os membros do Diretório Nacional do PT, com ampla repercussão na imprensa.

Delúbio Soares tem o direito de pedir reintegração? Sim.

Delúbio Soares fez certo ao encaminhar este pedido diretamente ao presidente nacional do partido? Sim, pois dada a gravidade do caso, seria um erro tentar reintegração disfarçada, através de um diretório de base.

Delúbio Soares deve ser reintegrado ao PT? Não.

Votei pela expulsão de Delúbio Soares. Não acho que expulsões devam ser eternas. Mas tampouco acho que se aplique, no caso, a “progressão automática de pena”, como sugeriu uma dirigente do partido que apóia a reintegração.

Caberia a revisão de pena, através da reintegração, se Delúbio Soares reconhecesse os erros políticos e administrativos que cometeu.

Ele não reconheceu seus erros, na época. Cabe lembrar que, ao contrário de Sílvio Pereira, Delúbio Soares lutou contra sua expulsão, exatamente porque considerava que seus erros não eram de tal monta que fosse cabível sua expulsão.

Ele não reconheceu seus erros posteriormente. E não imagino que os reconheça agora, estando como está em meio a um processo judicial. Sem um reconhecimento dos erros, estaríamos reintegrando o mesmo Delúbio Soares que foi expulso em 2005. Na prática, anulando a pena aplicada.

Um agravante: sua carta, entregue a Berzoini, é de alguém que se julga vítima, não de alguém que se reconhece culpado. Ou seja: Delúbio leva em consideração apenas quem votou contra sua expulsão, desconsiderando os argumentos e os sentimentos dos demais. Não há nenhum fato ou argumento novo, portanto, que justifique mudar a posição da maioria do Diretório Nacional em 2005.

Sendo assim, da mesma maneira e pelos mesmos motivos que votei pela sua expulsão, votarei agora contra sua reintegração. Meu segundo motivo é político: o PT enfrentará em 2010 uma batalha fenomenal pela presidência da República. Venceremos se mantivermos foco na disputa política principal e se garantirmos a unidade partidária. Neste momento e nestas circunstâncias, introduzir o debate sobre a “reintegração” de Delúbio ao PT é fazer o jogo da oposição de direita (PSDB e DEM).

O simples fato de o tema ter sido introduzido no debate público e ocupar o tempo da direção nacional do Partido, com possíveis seqüelas no PED 2009, já é um contratempo para quem deseja manter o foco no principal objetivo do período: vencer em 2010. Ademais, todo mundo sabe que Delúbio Soares não quer voltar ao PT para ser um “militante de base”. Quer voltar para ser candidato às eleições de 2010. Infelizmente, não assume isto na carta que enviou ao presidente do partido.

Portanto, reintegrar Delúbio Soares será fornecer, agora e no próximo ano, farta matéria-prima para os ataques da direita, ajudando a reavivar os ataques lançados contra nós durante a crise de 2005.

Por fim: os militantes de um projeto pessoal só pensam em si mesmos. Mas os militantes de uma causa precisam pensar primeiro nela. As decisões que tomamos, no dia a dia de nossa atuação como dirigentes partidários, são produto de nosso livre arbítrio. Se, produto destas decisões, algum de nós é levado ao “degredo”, não se deve culpar o partido nem a causa por isto.

Assim, para ser conseqüente com o que fala em sua carta a Ricardo Berzoini, a respeito de seu compromisso com a “causa coletiva”, Delúbio Soares deveria retirar seu pedido de reintegração, evitando com isto um desgastante debate público com o qual só a direita tem a ganhar.

Valter Pomar é secretário de Relações Internacionais do PT

(publicado no Portal do PT em março de 2009)

Fonte: Blog do Edu Valdoski
Fonte: http://pagina13.org.br/

I Encontro de Blog´s do Pará. em Fevereiro




Dia: 26/02/2011
Local CNBB (Conferência dos Bispo do Brasil- Regional Norte)
Inscrições: encontrodeblogueirosdopa@gmail.com
Informações: (91) 8303-7920