segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

FHC quebrou o País três vezes e não tem moral para criticar o PT, diz Ferro.


O líder da bancada do PT na Câmara, deputado Fernando Ferro (PE), rebateu nesta terça-feira (25) as constantes críticas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) aos rumos políticos e econômicos do Brasil, sob o comando do Partido dos Trabalhadores e aliados desde 2003.



De acordo com o líder petista, mesmo se a economia brasileira não estivesse tão bem quanto agora, o ex-presidente FHC não era a pessoa mais indicada para proferir qualquer crítica.

"Não podemos esquecer que foi exatamente na era FHC que o País viveu a pior estagnação econômica da história (1996-2003), como conseqüência da política de juros exagerados, que tentava a qualquer custo não arriscar o único trunfo do governo, a estabilização da moeda", lembrou Ferro. "Quem quer os conselhos de um ex-chefe de Estado que vendeu as principais riquezas do País a preço de banana, quebrou o país três vezes e aprofundou as desigualdades sociais e também entre as regiões brasileiras?", perguntou o líder petista.

Em entrevista recente à imprensa internacional, FHC declarou que o "Brasil está sem estratégia" e não investe no desenvolvimento da indústria. "Com declarações tão incoerentes, o ex-presidente FHC se expõe ao rídiculo. Ele (FHC) deveria se conformar com o expressivo desempenho da economia brasileira no governo Lula e parar de achar defeito onde não tem", disse Ferro.

Parafraseando o rei da Espanha, Juan Carlos I, numa reunião da Cúpula Ibero-Americana no Chile, em 2007, Ferro sugeriu que FHC fele menos. "Por que não te calas?", ironizou Ferro, ao criticar a constante necessidade de FHC de buscar notoriedade.

Herança maldita

Em suas declarações, FHC faz questão de dizer que mudou o Brasil, e Ferro observou que ninguém discorda disso,pois, durante o governo FHC, o "patrimônio público foi vendido a preços irrisórios, a dívida pública triplicou como proporção do PIB e o Brasil rastejou perante o FMI, entre outras medidas que afetaram a soberania nacional.

Fonte: Liderança do PT

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O grande jogo de Barack Obama.


Internacional| 27/01/2011 | Copyleft
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O grande jogo de Barack Obama

O grande jogo proposto pelo governo Obama, para o mundo pós-Iraque e pós-Afeganistão, aponta na mesma direção da década de 1970, só que com o sinal trocado. Agora se trata de uma proposta de aliança estratégica com a Rússia, que bloquearia a expansão chinesa na Ásia, mas que também envolverá algum tipo de apoio ou “convite” ao desenvolvimento do capitalismo russo, bloqueado pelo seu excessivo viés “primário-exportadora”. O projeto de Obama pode revolucionar a geopolítica mundial, mas também pode ser atropelado – entre outras coisas - pelas eleições presidenciais que ocorrerão nos EUA e na Rússia, em 2012. O artigo é de José Luís Fiori.

José Luís Fiori

Nos últimos dois meses de 2010, o presidente Barack Obama tomou decisões e obteve vitórias internacionais que poderão mudar radicalmente a geopolítica mundial do século XXI. Graças à intervenção direta do presidente americano, a reunião da OTAN, em Lisboa, no mês de novembro, conseguiu aprovar um “Novo Conceito Estratégico” que define as diretrizes da organização para os próximos dez anos, com a previsão de retirada de suas tropas do Afeganistão, até 2014, e com decisão de instalar um novo sistema de defesa antimísseis da Europa e dos EUA, com a possível inclusão da Rússia e da Turquia, apesar da resistência do governo turco a cooperar com os países que estão obstaculizando sua entrada na UE.

Esta vitória parcial do governo Obama, se somou à aprovação pelo Congresso americano, em dezembro, do acordo bilateral de controle de armas atômicas, que havia assinado com o presidente Dmitry Medvedev, no mês de abril, e que foi ratificado pelo parlamento russo, poucos dias depois de sua aprovação pelo Senado dos EUA. Estas iniciativas enterram definitivamente o projeto Bush de instalação de um escudo balístico na fronteira ocidental da Rússia, e aprofundam as relações entre as duas maiores potências atômicas mundiais, desautorizando a mobilização anti-russa dos países da Europa Central, promovida e liderada atualmente, pela Polônia e pela Suécia.

Neste mesmo período, no Oriente Médio, o presidente Obama aumentou sua pressão contrária à instalação de novas colônias israelenses em território palestino, e diminuiu a intensidade retórica de sua disputa atômica com o Irã, sinalizando de forma discreta, a disposição para um novo tipo de acomodação regional. Como ficou visível, com o acordo político que permitiu a formação do novo governo iraquiano do premier Nuri al Maliki, com a intervenção do Irã e com o apoio dos EUA, apesar de que Maliki não fosse o candidato preferido dos norte-americanos. E provavelmente, a crise atual do governo libanês só terá uma solução pacífica e duradoura, se envolver, de novo, um ajuste de posições e interesses entre os EUA e o Irã, mesmo que ele seja informal e não declarado.

Estas vitórias e decisões do governo Obama, estão apontando para uma nova política internacional dos EUA, de aproximação com a Rússia, e de acomodação negociada das crises sobrepostas, do Oriente Médio e da Ásia Central. No caso da aproximação da Rússia, os EUA contam com o apoio da Alemanha, por cima das resistências e das divergências intermináveis da UE, e se ela tiver sucesso, deverá redesenhar o mapa geopolítico da Europa moderna. Dentro da nova aliança, a Rússia colaboraria com a estabilização da Ásia Central, e ocuparia um lugar de destaque em uma negociação silenciosa – que já está em curso – envolvendo o Irã e a Turquia, por cima das alianças tradicionais dos EUA, dentro da região, com vistas a construção de um novo equilíbrio de poder, no Oriente Médio. Em compensação, a Rússia teria o apoio norte-americano para retomar sua “zona de influencia”, e reconstruir sua hegemonia nos territórios perdidos, depois da Guerra Fria, sem as armas, e pelo caminho do mercado e das pressões diplomáticas, como já vem ocorrendo neste momento.

Esta nova estratégia é ousada e de alto risco, mas não é original. No auge do seu poder, logo depois da II Guerra Mundial, os EUA perderam o controle da Europa Central para a URSS, em seguida perderam o controle da China, para a revolução comunista de Mao Tse Tung, e foram obrigados à um armistício inglório, na Guerra da Coréia. Como conseqüência, os EUA tiveram que mudar sua estratégia do imediato pós-guerra, e transformaram a Alemanha e o Japão, nas peças econômicas centrais da aliança em que se sustentou a sua posição durante a Guerra Fria. Duas décadas depois, em plena época de ouro do “capitalismo keynesiano”, os EUA voltaram a ser derrotados no Vietnã, Laos e Cambodja, e perderam o controle militar do sudeste asiático. E de novo mudaram sua política internacional, construindo uma aliança estratégica com a China, que dividiu o mundo socialista, fragilizou a URSS, e redesenhou a geopolítica e o capitalismo do final do século XX.

Deste ponto vista, o grande jogo proposto pelo governo Obama, para o mundo pós-Iraque e pós-Afeganistão, aponta na mesma direção da década de 1970, só que com o sinal trocado. Agora se trata de uma proposta de aliança estratégica com a Rússia, que bloquearia a expansão chinesa na Ásia, mas que também envolverá algum tipo de apoio ou “convite” ao desenvolvimento do capitalismo russo, bloqueado pelo seu excessivo viés “primário-exportadora”.

Roosevelt concebeu uma aliança parecida com a URSS, em 1945, mas sua proposta foi atropelada pela sua morte, e pela estratégia desenhada por Churchill e Truman, que levou à Guerra Fria. Agora de novo, o projeto de Barack Obama pode revolucionar a geopolítica mundial, mas também pode ser atropelado – entre outras coisas - pelas mudanças presidenciais que ocorrerão nos EUA e na Rússia, no ano de 2012.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17325&editoria_id=6

MUDANÇA DO LOCAL DA REUNIÃO DO DM PT ANANINDEUA - URGENTE

DA: PRESIDÊNCIA (PR). Ananindeua, 26 de Janeiro de 2011.
COMUNICADO 002/2011.


O Presidente e o Secretário Geral do PT de Ananindeua COMUNICAM que a reunião do Diretório Municipal (Ampliado) deste sábado dia 29 de janeiro, às 16h00, foi transferida do Colégio Pitágoras para ser realizada no Plenário da Câmara Municipal de Ananindeua (CMA).
O objetivo da reunião é realizarmos uma avaliação do PT no Governo Municipal e para tanto é imprescindível a sua participação dos dirigentes e militantes do PT de Ananindeua. A dinâmica da reunião terá a seguinte metodologia: 1) Exposição de 20 minutos dos Secretários, da Vice-Prefeita e do Vereador do PT sobre sua atuação no Governo; 2) debates e aprofundamentos com os (as) participantes;

Saudações Petistas
José Oeiras
Presidente
Raimundo Favacho
Secretário Geral

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Diretório Municipal de Ananindeua - Pa.

PARTIDO DOS TRABALHADORES - PT Ananindeua
CIRCULAR N° 011/2010 – PRESIDÊNCIA


PARA: Membros do Diretório Municipal, da CEM, Líder da Bancada, Vice-Prefeita, Secretários de Governo, Secretario da Juventude, Coordenadores das Setoriais, militantes (filiados/simpatizantes) e Executiva do PT do Pará.


ASSUNTO: CONVOCAÇÃO DA PLENÁRIA MUNICIPAL EXTRAORDINÁRIA.

Caríssimos (as),
A Comissão Executiva Municipal em reunião ampliada realizada no dia 23 de novembro passado aprovou convocação da Plenária Municipal do PT de Ananindeua para ocorrer ainda este ano.
A Plenária tem por objetivo a realização um balanço das eleições 2010 em Ananindeua com vista a elaborarmos um documento analítico sobre este assunto para o PT Municipal. Como dinâmica estabelecida a CEM aprovou que as Tendências Internas, agrupamentos e militantes realizem seus balanços sobre as eleições de forma sistematizada em documento para contribuir com a metodologia de produção do documento final do PT.
A Plenária será realizada no dia 14 de dezembro corrente, iniciando às 18h00 e encerrando as 20h30, no Colégio Pitágoras, na Cidade Nova.
Outrossim, informamos aos membros do DM que foi convocada a reunião desta direção para o dia 15 de Janeiro de 2011, no horário da 15h00 às 20h00, em local a ser ainda definido. Entre os assuntos a serem discutidos e encaminhados nesta reunião, necessariamente estão: a realização de um Seminário sobre a construção do PT de Ananindeua e as políticas de gestão Publica; agenda de organização do partido e as eleições de 2012.
Esperamos contar com a participação de todas (os) na construção e fortalecimento de nosso partido em Ananindeua.


Saudações Petistas
José Oeiras - Presidente
Raimundo Favacho - Secretário Geral


Ananindeua – Pa, 06 de dezembro de 2010.

sábado, 30 de outubro de 2010

Agenda do di 30 Sabado.

Hora Atividade/Local Concentração


08H 30M Caminhada Assentamento João Batista: Bar Renascer.


09H Caminhada Cidade Nova 4 Escola Luiz Nunes Direito.


09h Bandeiraço e Panfletagem das Mulheres Praça Matriz de Ananindeua.


16H Bandeiraço e Blitz
Nas Cidades Novas e BR 316. Ponto de convergência.
Arterial 18, Centro de Ananindeua e entrada do Julia Sefer

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Agenda final de Campanha em Ananindeua.

Caros (as) seguem Agenda final de Campanha em Ananindeua. Os (as) militantes e grupos de partidos da Frente Acelera Pará que tenham outras atividades, favor entrar em contato com Coordenação de Agenda e Mobilização da Campanha em Ananindeua: José Oeiras (82088730/88996457) e Bruno Leão (91812480). Sobre a infra estrutura e apoio procurar companheiro Favacho. Sobre Fiscalização e Dia D contatar com Vereador Pedro Soares e Beto Ribeiro (Vice-Presidente do PT).

OBS:
Até a Vitória no dia 31 de outubro.
Oeiras, Favacho, Leia, Bruno e Raoni.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

LULA E ANA JULIA, EM ANANINDEUA. A FORÇA DO POVO VAI VENCER.





Lula, o presidente que mais trabalhou pelo nosso povo, vem mais uma vez ao Pará. Vem para ao lado de Ana Julia, para o lado do povo. Fique você também ao lado de quem trabalha pelos que mais precisam. O Brasil precisa seguir em frente, com Dilma, e o Pará continuar acelerando, com Ana Julia.

Dia 14 Quinta, Ananindeua Na Arterial 18.